Melhores estadias históricas na Amadora
A Amadora pertence ao distrito da Grande Lisboa, na Área Metropolitana de Lisboa, e os viajantes interessados em história usam-na como base a poucos quilómetros do Palácio Nacional de Queluz, uma das maiores residências reais portuguesas do século dezoito. Três unidades convêm a este perfil: o Hotel Amadora Palace, a dois minutos da estação da Amadora e a um quarto de hora de carro dos palácios de Sintra classificados pela Unesco; o Hotel Primavera, a menos de três quilómetros do Palácio Real de Queluz e perto do Mosteiro dos Jerónimos, mais para dentro de Lisboa; e o Finu Hub Guesthouse, a curta distância do Monumento aos Descobrimentos e da Torre de Belém, junto ao Tejo. Nenhuma das três ocupa um edifício histórico propriamente dito, mas todas colocam vários séculos de história real e marítima portuguesa a poucos minutos de táxi.
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Estadias em Amadora
O Hotel Amadora Palace, na Avenida Santos Matos, a dois minutos da estação da Amadora, deixa o Palácio Nacional de Queluz a dez minutos e o Palácio da Pena ou o Castelo dos Mouros de Sintra a um quarto de hora de carro, para um dia inteiro entre arquitetura real dos séculos dezoito e dezanove. O hotel em si mantém uma proposta simples de duas estrelas: quartos com ar condicionado, casa de banho privada, secretária de trabalho e receção aberta vinte e quatro horas, útil depois de uma longa caminhada pelos jardins de Sintra. A sala de pequeno-almoço serve um bufete continental todas as manhãs, um bom começo antes de um dia cheio de história, e os hóspedes destacaram especialmente a localização, com uma nota de 8,4 para uma estadia a solo centrada em deslocações.
O Hotel Primavera, na Rua Elias Garcia, fica a menos de três quilómetros do Palácio Real de Queluz e a cerca de nove quilómetros do Mosteiro dos Jerónimos, o mosteiro do século dezasseis que ancora a frente ribeirinha de Belém junto à Torre de Belém, dez quilómetros mais adiante. Os quartos de família com ar condicionado, soalho de parquet, secretária e elevador mantêm a estadia confortável entre excursões, e um supermercado próximo permite preparar um piquenique para uma tarde nos jardins de Queluz. A unidade também fica perto do Estádio da Luz, um monumento bem mais recente caso o itinerário misture história real e história do futebol no mesmo fim de semana.
O Finu Hub Guesthouse, na Rua Gil Vicente, deixa o Monumento aos Descobrimentos e a Torre de Belém a oito ou nove quilómetros, junto ao Mosteiro dos Jerónimos nessa mesma frente ribeirinha de Belém de onde outrora partiam os navios portugueses rumo à era dos descobrimentos. A pensão oferece um terraço soalheiro, um jardim e uma cozinha partilhada, uma base discreta para as noites depois de um dia entre monumentos do século dezasseis, e o check-in privado convém a quem regressa tarde de um circuito pelos museus de Lisboa. O Aeroporto Humberto Delgado fica a nove quilómetros, para um transfer simples em qualquer ponta da viagem.
A Amadora só se tornou concelho autónomo em 1979, destacada das terras paroquiais que antes serviam a corte real de Queluz, e o seu traçado de ruas ainda guarda as marcas desse crescimento recente: largas avenidas do pós-guerra sobrepostas a antigos caminhos agrícolas. O Palácio Nacional de Queluz, concluído para a família real portuguesa no século dezoito, continua a ser o elo mais claro da Amadora com essa história mais antiga, mesmo além do limite municipal atual. A própria Amadora lê-se como um lugar funcional e residencial, mais ao lado da história do que dentro dela.


